quinta-feira, 8 de maio de 2014

Jô já foi vendido


Depois da desclassificação do Atlético na Copa Libertadores recebi a informação de que Jô iria fazer seus últimos jogos pelo Atlético, já que fora vendido para o Borussia Dortmund, da Alemanha. Agora o próprio atacante admite negociações, também com clubes da Itália e Espanha, mas nos próximos dias a imprensa alemã já vai divulgar o fato como consumado. O atacante se recupera de um estiramento em um dos ligamentos do joelho direito.

Os valores da negociação giram em torno de 15 milhões de euros ou R$ 46 milhões. O problema do Atlético é como liberar este dinheiro quando chegar oficialmente ao País, já que tem uma antiga dívida com a Receita Federal, que vai reter mais este  valor, enquanto não se oficializar uma  renegociação. O presidente Alexandre Kalil está tentando uma solução há quase um ano.  O Clube procura de um jogador para a posição de Jô. Primeiro foi Anelka, mas os dirigentes conversaram também com Alan Kardec. Sem sucesso. Eduardo Maluf está trabalhando e em breve o torcedor saberá qual o atacante virá para vestir a camisa do Galo, depois do Mundial.





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Libertadores | Raposa superou situações piores


O Cruzeiro já enfrentou situações bem piores na Copa Libertadores, especialmente na fase de Grupos, quando superou-se e deu a volta por cima. Tem chances, mais uma vez, de confirmar diante do San Lorenzo, no jogo de volta, na próxima quarta-feira, no Mineirão, sua história na competição. Mas aumentou a pressão. A derrota por 1 a 0, no jogo de ida, em Buenos Aires, não foi um resultado assustador. Bem normal para equipes tecnicamente muito preparadas que não são formadas por um amontoado de jogadores, que correm sem sentido. 

Visivelmente se percebe que há alguma organização tática e é um futebol jogado com inteligência, além de uma excelente condição física dos campeões brasileiro e argentino. Foi um jogo digno de uma Libertadores. A torcida celeste lamenta que o time não tenha feita gol, mas a equipe entrou com este propósito. Só que os argentinos não permitiram, com uma boa marcação e, ainda, jogando com muitos atletas atrás, dificultando todas as tentativas.

Não vi o Cruzeiro apático. A questão é que quando foi exigido na Libertadores jogou muito mais e era o que esperávamos para ontem. Agora vamos aguardar um melhor futebol, especialmente de jogadores importantes, como Júlio Baptista, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart. Em  Buenos Aires, destaque para o setor defensivo, novamente com um trabalho incansável dos volantes Lucas Silva e Henrique e, ainda, as defesas espetaculares de Fábio. Se o Cruzeiro conquistar este título, o Clube terá de fazer uma estátua para ele na Toca da Raposa II. Tem feito milagres. Aquela sequência de defesas faz a diferença depois de computados os lances de 180 minutos de jogo.

Há certeza de que no Mineirão, o Cruzeiro vai fazer gols. O importante, porém, será também não levar. Não adianta determinar como terá de ser o comportamento tático e posicionamento das peças. Tem é de jogar. Fazer de seu futebol um rolo compressor e errar o menos possível. Não terá como o San Lorenzo resistir, mesmo que sua proposta também seja 100% centrada na classificação. Deu todas as demonstrações ontem de seu compromisso. Será uma noite emocionante. Bom para o Futebol. Não é a toa que os especialistas dizem que esta é a final antecipada da Libertadores.
   




quarta-feira, 7 de maio de 2014

Seleção Brasileira: 23 sem surpresas

Quando o técnico Luiz Felipe Scolari anunciava que poderia haver surpresas na lista dos 23 convocados para o Mundial, ele estava apenas desviando o foco. Foi um discurso iniciado há quase um ano depois do Brasil conquistar a Copa das Confederações.  A partir daquele momento ele fortaleceu ainda mais suas convicções e efetivamente o fez, como item número 1, para integrar ao seu seleto grupo as pessoas da mais absoluta confiança. Trocado em miúdos: a família Felipão.  São atletas e membros da Comissão Técnica da sua confiança para uma relação que ele, hoje, depois de anunciar os convocados, chamou de paternal. O atleta tem de ter a mais absoluta confiança no seu técnico como fosse seu pai e o técnico ver ali um filho.

Naturalmente esta afirmação nos leva a uma reflexão que o Futebol é mesmo formado por pessoas que não são dignas de confiança e que quando os jogadores anunciam que vão derrubar o técnico é realmente para aguardar. Vejam  bem: em uma Seleção Brasileira, onde todos deveriam estar com o corações abertos para ajudar o seu País, assumirem todos os compromissos para que os resultados sejam os melhores possíveis, num trabalho de paz e harmonia,  não se pode abrir espaço para a desconfiança.  A técnica fica em segundo plano.

A lista, dentro dos critérios do técnico, realmente é a melhor, sendo contestados apenas o goleiro Júlio César e o zagueiro Henrique. Mas eles encaixam perfeitamente na cartilha Scolari. Faltaram o goleiro Fábio e o zagueiro Miranda, do Atlético de Madrid. Ainda poderiam ser lembrados, dentro da qualidade dos que fazem parte da Seleção, o goleiro Diego Cavaleri; e os zagueiros Réver ou Dedé.





terça-feira, 6 de maio de 2014

Já colocaram Levir na gangorra


Não existe Futebol sem problemas e que se tornam maiores quando os objetivos são as conquistas nacionais, continentais e mundiais. O Atlético, mesmo na campanha vitoriosa da Copa Libertadores teve suas turbulências contornadas em função de um objetivo e a boa conversa dos dirigentes, Comissão Técnica e ainda a liderança de alguns jogadores  que não permitiram influências na produção da equipe. Só que antes mesmo da disputa do Mundial, o Galo perdeu a sua rota. Primeiro com Cuca, dizendo que o foco era a Copa do Brasil e foi eliminado de cara pelo Botafogo. Depois, a proposta que o técnico recebeu da China, 8 milhões de euros do  Shandong  Luneng, que mexeu com sua cabeça e naturalmente deixou de estar 100% concentrado em seu trabalho, apesar de ter dito que ele e seus jogadores conheciam até a quantidade de fios de cabelos na cabeça de cada jogador do Bayern de Munique.

O técnico levou a proposta para conhecimento da Diretoria. Um mês depois, isso já em outubro, os chineses investiram novamente e a conversa foi com mais detalhes, com Cuca pedindo uma posição. Gostaria de ficar, mas teria de ter maiores poderes, principalmente com relação a Ronaldinho Gaúcho. O jogador não aceita treinamentos pela manhã e o técnico não gostaria mais de vê-lo chegando para os treinamentos visivelmente sem as condições normais de um atleta profissional. Fato que o vetou para a Seleção Brasileira. Cuca deu um cheque mate – se ele fica em vou embora e ouviu que Ronaldinho continuaria. O assunto se tornou público entre os jogadores, o ambiente ficou ruim e o Atlético viajou mirando um outro destino. Não era mais Marrocos para disputar um título Mundial. Lá Cuca teria oficializado o convite para que Luan e Pierre o acompanhasse para a China, o que desmente alguns amigos do técnico, assegurando que foram os atletas é que pediram a transferência. As negociações com o Atlético nem aprofundaram. Cuca prometeu levar outras pessoas ligadas a Comissão Técnica do Clube e não cumpriu, o que deixou o clima ruim para ele no Atlético.

O Galo começou 2014 com Paulo Autuori tendo que colocar rapidamente o time no mesmo nível dos demais correntes, mesmo tendo iniciado os treinamentos 15 dias depois. Foi aceito pelos jogadores, administrando bem as vaidades, mas o ambiente não estava bom, com salários atrasados (já são dois meses), a falta do pagamento da premiação pela conquista da Copa Libertadores e, ainda, alguns incomodados pelo ritmo de treinamento, afirmando que deveria não ser com uma carga tão forte. Também porque com Cuca treinavam muito menos e os resultados foram bons. Autuori não quis a contratação de Anelka, o que não agradou a Ronaldinho Gaúcho, um intocável.  É público e notório na Cidade do Galo tudo passa por ele, o que revolta a maioria dos jogadores, exceto Jô, seu companheiro de todas as horas. Outros respeitam.

Para complicar, Autuori caiu e veio Levir Culpi, nome não aceito pela maioria e, ainda, numa situação ruim para o técnico, já que o grupo gostaria que Autuori continuasse até a saída do Galo da Libertadores.  No jogo de volta contra o Atlético Nacional, mesmo tendo dado aquele vexame em Medellin, com um futebol abaixo da critica na derrota por 1 a 0, os jogadores gostariam de vê-lo ainda no comando. Assustaram com a posição da diretoria, mas são profissionais e respeitaram, porque são empregados.  Entre eles, manifestam a insatisfação pelos salários atrasados e o não pagamento do prêmio da Libertadores.

A fogueira estava queimando com chamas altas e Levir chegou para tentar pelo menos um abafa. Não conseguiu depois de prometer que ninguém mais jogaria com nome no Atlético. Não teve força para mudar e quando tirou Tardelli, contra o Atlético Nacional, criou um inferno astral para seu trabalho. Os jogadores foram solidários ao companheiro  e estão firmes, ainda mais depois do técnico ter dito que foram os números que fizeram ele tirar o atacante contra os colombianos. Se a regra for aplicada também para ele, são três jogos, sem vitórias, com duas derrotas e um empate, já se fala abertamente entre os craques atleticanos, que ele não fica até a Copa do Mundo. A primeira resposta veio na preparação e durante o jogo contra o Goiás. A segunda poderá ser domingo no clássico. Pasmem, mas este é o Futebol. Levir já foi para a gangorra. E o estão empurrando para o alto a espera do tombo.

Para encerrar: os jogadores gostam muito da franqueza do presidente Alexandre Kalil. Ele pode dar um novo rumo a tudo que está acontecendo. Tem é de encarar de frente.  





segunda-feira, 5 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro | O “B” está voando


O melhor da terceira rodada do Campeonato Brasileiro indiscutivelmente foi o desempenho da equipe considerada B do Cruzeiro que derrotou o Atlético-PR por 3 a 2, em Brasília. Foi um jogo muito corrido, com o time celeste reagindo na segunda etapa, aproveitando bem o fato do adversário estar com dez jogadores, devido a expulsão do zagueiro Dráusio. Mas o bom futebol foi alcançado graças a performance dos jogadores que não estão sendo utilizados por Marcelo Oliveira. Demonstraram que estão no ritmo (resultado dos treinamentos) e preparados emocionalmente para cumprir um papel, que é de certa forma secundário, devido a presença dos titulares na Copa Libertadores, mas que não deixa de ser tão importante. Mérito mais uma vez para Marcelo Oliveira que está sabendo passar motivação para os seus mais de 35 comandados, o que não é fácil.

O Cruzeiro “B” está voando e neste ritmo, com certeza, vai deixar a equipe sempre nas primeiras colocações. O Atlético-PR usou uma tática que deu certo, defendendo com todos, explorando as jogadas pelas "beiradas", já que seus laterais Sueliton e Natanael  são os principais artilheiros e, ainda, sabendo usar o contra-ataque. Foi um jogo bom. O torcedor gostou. Já outras partidas da rodada nem tanto, mas não com o marasmo das duas primeiras rodadas, cujos torcedores foram enganados, porque pagaram para não ver nada.

Atlético Mineiro

O Atlético decepcionou mais uma vez. Não que tenha sido mais uma tragédia anunciada, mas quando o time começou a jogar, trocando passes sem ameaçar e jogando praticamente a troco de nada, ficou claro que o jogo seria difícil, mesmo diante do frágil Goiás. O único grande momento foi uma jogada isolada de Réver, de bicicleta. No resto, como se diz na gíria, foi um futebol de espera polícia.  Poderia jogar mais 90 minutos e o gol não sairia, diante de tanta ineficiência e, ainda, de pouco interesse. Há um problema no grupo e o presidente terá de agir urgente. Do contrário, a temporada vai voar, sem nenhum fato relevante. Nem mesmo agora a sonhada vaga para a Copa Libertadores 2015. Na atual conjuntura, não se pode antecipar bons resultados, porque todos os adversários, independentes da qualidade, são ameaças. Até no Horto. Vejam como é frágil esta estrutura técnica no Futebol. De repente, se desfaz sem deixar nada de positivo para ser explorado. Tem de recomeçar do zero.

O Coelho sobe

Para encerrar, o outro destaque fica para o América, que está jogando um futebol com segurança e na vitória por 3 a 1 sobre o Boa Esporte, em Varginha, demonstrou que finalmente conseguiu o equilíbrio, em condições de dar muitas alegrias ao torcedor. Venceu com autoridade, com boa presença defensiva, do meio-campo e, também, na frente. Os laterais atacam com segurança, há boa cobertura e, na frente, Obina está sabendo fazer bem o seu papel de pivô, abrindo os espaços para a chegada dos companheiros em condições de finalização.





sexta-feira, 2 de maio de 2014

Libertadores - A fogueira está em chamas


Na penúltima postagem, com o título Libertadores- impossível às previsões, já estava antecipando o que poderia acontecer nos jogos de volta das oitavas de final para os representantes brasileiros, principalmente em relação ao Atlético, apenas uma esperança nos quatro primeiros meses de 2014. O futebol, dentro de sua real capacidade, esteve distante. Ao empatar por 1 a 1, com o Atlético Nacional, no Independência, foi eliminado da Copa Libertadores, saindo da competição precocemente, mas pelo futebol apresentado, no momento exato. Falta-lhe há algum tempo a sustentabilidade para que seja o time vencedor da última temporada.

Também o Grêmio caiu fora, ao ser eliminado pelo San Lorenzo, da Argentina, sobrando apenas o Cruzeiro como representante brasileiro. Teoricamente era o que teria maiores dificuldades, mas heroicamente conseguiu o resultado em Assunção por 2 a 0, eliminando o Cerro Porteño. Os quatro melhores da Fase de Grupos, Vélez Sarsfield, Santos Laguna, Grêmio e Atlético foram eliminados por equipes valentes, dentro do espirito Libertadores. Quem não aprende não segue em frente, mesmo sendo mais qualificado.

O presidente Alexandre Kalil assumiu toda a culpa “A responsabilidade pela tragédia é só minha. O presidente é o responsável pelo Clube. Podem dizer: Alexandre Kalil é uma besta quadrada. Não quero que acusem mais ninguém. Eu sou o ícone da estupidez do ano. Não adianta culpar Paulo Autuori, Levir, Ronaldinho, Tardelli... Pelo amor de Deus, deixem meus rapazes em paz. A torcida merece ouvir isso do mandatário do Clube. Eu sei, sou atleticano, sei a dor que estão sentindo. A torcida confia em mim. Estou triste e vou até o final do meu mandato, em dezembro, lutando para dar outro título ao Galo”.

Há recados em suas palavras para muitas pessoas, com o objetivo de a partir de agora, se iniciar um novo ciclo, que vai exigir muito trabalho, especialmente de Levir Culpi. A fogueira está em chamas bem altas e há brasas para queimar por longo tempo. A vantagem é que agora o técnico terá condições de assumir e tomar as rédeas ao seu estilo. Não se pode dizer que é um estrategista dentro das quatro linhas, mas sobreviveu no Futebol como eficiente pelo trabalho de preparação. É a sua especialidade. E não poderia haver um campo melhor para desenvolver sua capacidade. É o que mais necessita o Atlético.

Não é preciso aprofundar para mostrar aos torcedores o que está acontecendo com o time. Não há engrenagem. Ontem demonstrou alguma determinação, mas é pouco.  Assim não se ganha jogo. Muito menos títulos.  O técnico falou depois da desclassificação, que há a falta de entrosamento entre os setores. Um time com tanta capacidade técnica não pode em uma decisão criar apenas duas chances reais de gols, além do marcado por Fernandinho. Tem de jogar pelo meio (Pierre, Donizete e Josué terão que ser produtivos, não se limitando aos desarmes), jogar com objetividade pelas laterais e encontrar uma fórmula para que o jogo ofensivo se torne uma ameaça constante. Não há liga entre Ronaldinho Gaúcho, Fernandinho, Jô,  Tardelli e outros que estão sendo usados na frente.

A exaltar apenas o comportamento dos torcedores atleticanos ontem no Independência. Nota dez. Para os demais, um pouco além de zero. Não é Kalil?! Como você próprio disse, não pode ser excluído devido às lambanças.    





quinta-feira, 1 de maio de 2014

Vitória de quem vai chegar


O Cruzeiro deu ontem, ao vencer o Cerro Porteño, por 2 a 0, em Assunção, todas as demonstrações de um time que finalmente acordou e de uma forma bem acentuada está preparado para disputar o título. Deixou claro o desejo de passar pelas duas próximas etapas e concretizar o sonho de tri da Copa Libertadores. Foi a sua melhor atuação do ano. Soube defender, coordenar o jogo na hora certa e, o mais importante, golpear no momento decisivo. Muitos dizem que foi uma vitória na reta final. Mas não esqueçam jamais de que todo jogo dura 90 minutos, além dos descontos e gols alcançados nos segundos finais valem e muito, porque são as demonstrações de persistências e naturalmente com um valor ainda maior.

O Cruzeiro foi um todo. Demonstrou um futebol coletivo eficiente, bem no espírito da Libertadores. Jogou muito mais do que nas vitórias por 5 a 1 e 2 a 0 sobre o Universidad de Chile. Se tecnicamente é superior ao Cerro Porteño, fez questão de igualá-lo na motivação, ponto primordial para buscar o resultado positivo. Colocou em prática sua melhor qualidade. Não se pode destacar A ou B. Foi à vitória de um grupo, coletivamente bem preparado. Poucas equipes da competição teriam condições de alcançar um feito nas circunstânciais que antecederam a partida, principalmente depois do empate por 1 a 1, no Mineirão, com o gol de empate marcado por Samúdio na "bacia das almas", no exato momento em que todos apontavam os paraguaios já vencedores.

Mas a batalha continua. Agora vai enfrentar o San Lorenzo, time argentino, que tecnicamente é superior ao Cerro. É o melhor adversário até então nesta competição, mas não tem o poder de marcação dos paraguaios. E para completar, os celestes estão acima na qualidade técnica. Mantendo o nível de concentração é jogo para fazer festa e soltar foguetes como na noite de ontem. Não pode é ser aquele Cruzeiro dos dois primeiros jogos como visitante, muito menos o do empate com o Cerro, no Mineirão.

Por ironia do destino, os três melhores da fase de grupos já foram embora: Vélez Sarsfield, Santos Laguna e o Grêmio, este para muitos o melhor brasileiro na Libertadores, mas não estava preparado para os momentos decisivos. Chega quem tem competência.

Homenagem ao Sada  Cruzeiro



O vereador Pelé do Vôlei fez sua homenagem ontem, na Câmara Municipal de Belo Horizonte aos campeões da Superliga de Vôlei Masculino e aos dirigentes do Sada Cruzeiro pela parceria de sucesso. Foram 12 títulos, com destaque para os dois da Superliga, dois Sul-americanos e um Mundial. Minas, que já teve o domínio do Minas TC, agora tem uma escola que é referência nacional: o Sada Cruzeiro. Os atletas e dirigentes receberam diplomas e medalhas alusivas as conquistas do Clube desde a sua fundação.