terça-feira, 10 de junho de 2014

Mundial – Pra frente Brasil



A história mostra que os países do Futebol (Catar é um intruso) pode perfeitamente reivindicar a sede do Mundial, organizar e receber louvor em todos os itens. Exemplos do Uruguai, em 1930 (evidente que em uma outra realidade, diante das condições econômica, interesses, viagens, etc); Itália, em 1934, com os mesmos ingredientes de quatro anos antes; Inglaterra, 1966; Alemanha, em 1974; Argentina, 1978 e França, 1998. Nos outros Mundiais, ganharam os títulos Seleções bem preparadas, com um nível técnico superior ou ainda, aquelas que se sentiram em casa, recebendo o apoio dos torcedores locais e fazendo a festa. Não há como fugir deste quadro.

A verdade é que o Brasil se preparou apenas para reivindicar e o mundo atacou. Este último item é que é a nossa dor de cabeça. Politicamente aquele momento foi uma jogada de craque do Governo Lula.  Se não estamos preparados para oferecer os melhores serviços para os brasileiros, como vamos estar para atender os quase um milhão de turistas? Nossa capacidade técnica também perdeu sua qualidade. Acontece que no Futebol tudo é possível, há milagres. Então, não sejamos obrigados, mas os brasileiros terão de abraçar este momento histórico e quem sabe no dia 13 de julho sentirmos orgulho de sermos partes de uma nação que não passa nenhuma credibilidade quanto à competição de seus gestores, mas que na bola, mesmo encontrando caminhos sinuosos  consegue achar o tesouro.

Não gosto muito do título usado para retratar esta postagem. Foi importante para aquela época, anos 70, quando o sistema político o batizou como os anos dourados, e todos acreditavam. Agora vivemos outra época. Depois de um reinado no Futebol, queremos reconquistá-lo, principalmente aqueles que viram as grandes conquistas. Nossas exigências são muito maiores. E como brasileiros, só podemos dizer pra frente Brasil. Ou você quer ver um vexame do nosso futebol?

As chances de conquistas existem, mesmo que limitadas, tendo como nosso principal arma o fator campo. A bem da verdade também não existe outro País com um futebol que encanta. Em termos de clubes, sim. Alemanha, Espanha e um pouco Inglaterra e França nos mostram há algum tempo como se deve jogar. Incluo também a Argentina, mesmo tendo Messi. Ou Portugal de Cristiano Ronaldo.  Que a bola role e possamos admirar esta arte que tanto amamos. Quem sabe os 10 Países que figuram na lista dos possíveis vencedores - Brasil, Argentina, Itália, Alemanha, Espanha, Inglaterra, França, Holanda, Uruguai e Bélgica - possam jogar tudo o que sabem. Será maravilhoso para um País que esperou 64 anos para ser palco novamente do maior espetáculo da terra.







segunda-feira, 9 de junho de 2014

R-10 pressionado | Joga ou vai embora?



Ronaldinho Gaúcho está pressionado no Atlético depois de seis meses em que foi apenas mais um na Cidade do Galo, com participação em 13 dos 29 jogos da temporada. Em muitos nem entrou em campo, totalmente inofensivo. Depois da eliminação na Copa Libertadores começaram os questionamentos, as avaliações do custo-benefício, mas ele não se enquadrou. Apenas nos últimos 15 dias é que acordou para a realidade e passou a se dedicar aos treinamentos, a cuidar de sua condição física e espera nos três amistosos na China começar a ser o Ronaldinho Gaúcho que o mundo conhece, o dono da bola.

Tem treinado, fazendo questão de que todos vejam, especialmente os representantes da imprensa. Com uma câmara, melhor ainda. Faz tudo com alegria. Para o Atlético, o Ronaldinho indiferente da produção do time e sem ambições chegou ao limite. Não deseja mais que ele seja apenas o garoto propaganda. Na China só falam em seu nome. Sua presença dá aos chineses a sensação de que mesmo distantes do Mundial, poderão no mesmo período acompanhar três jogos históricos e que de certa forma darão uma satisfação enorme para os amantes do Futebol no País. É o acontecimento do ano.

Ronaldinho terá de jogar, especialmente na Recopa e no Campeonato Brasileiro. Do contrário vai receber um muito obrigado, o que a massa não quer.

Vôlei

O que está acontecendo com a Seleção Masculina de Vôlei? Perdeu os dois primeiros confrontos da Liga Mundial e, no sábado (7/6), outra derrota dos comandados de Bernardinho por 3 a 1 para o Irã . A reação tem de ser imediata. Trabalho para o técnico. Se ele é competente, agora é a vez de mostrar o que sabe. O Vôlei brasileiro não pode voltar à fragilidade dos anos 80, quando era presa fácil até para as Seleções medianas. Hora para o trabalho e revelar jogadores diferenciados. A partir de quinta-feira (12/6) os duelos serão contra a Polônia. Mais dor de cabeça. Mesmo com os jogos no Brasil, em Maringá.


Fórmula-1

O GP do Canadá era a corrida para Felipe Massa finalmente dizer que vai correr na temporada, porque ainda não entrou na pista. Foi bem nos treinos, mas na hora da verdade, o de sempre. Bateu com força no muro, num choque com o mexicano Sérgio Pérez. Não foi o culpado, mas teve de bater palmas para os concorrentes. Venceu Daniel Ricciardo, sua primeira vitória na Fórmula-1, com uma ultrapassagem na penúltima volta sobre Nico Rosberg, aproveitando de um problema de potência dos carros da Mercedes. Desta vez, a Mercedes não aconteceu, mas com mais quatro provas confirma o título de Construtores.

Roland Garros

O espanhol Rafael Nadal continua sua bela história no tênis. Venceu o sérvio Novak Djokovic por 3 sets a 1, em 3h31 de partida, e conquistou o título de Roland Garros pela nona vez, um recorde entre todos os torneios. É o primeiro tenista a conquistar o Grand Slam francês por cinco vezes consecutivas. Faturou ainda o equivalente a R$ 5 milhões em premiação. Já imaginou se um tenista brasileiro obtém esta marca? Nosso melhor de todos os tempos, Gustavo Kuerten, vencedor em Roland Garros, em 1997, e superou os campeões da época. Ainda é endeusado pela especular trajetória, mas poderíamos ter outros Gugas se o Tênis tivesse mais abnegados e profissionais para fabricarmos campeões. Uma peça publicitária perfeita para o Tênis, que detém em sua maioria, a classe média brasileira tem de acreditar.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Foi o primeiro aviso


O que se fala no mundo da bola é que a bruxa está solta, com contusões de craques importantes e que ficarão de fora da Copa. Mas o Brasil enfrenta outra realidade. O time está inteiro, com os jogadores recuperando a forma física e técnica, depois de uma dura temporada na Europa. Hoje eles enfrentaram as dificuldades naturais na vitória por 1 a 0 sobre a Sérvia, no Morumbi, em São Paulo. Ficou claro que não será fácil para o Brasil. Nossa bola terá de evoluir muito. Foi só a Seleção enfrentar um adversário que sabe marcar melhor para que ficasse evidente que teremos problemas a partir da próxima quinta-feira. É bom o grupo formado por Felipão, mas jamais diferenciado para acreditarmos 100% que o caneco será nosso.

Diante do Panamá (4 a 0), nosso  futebol foi mais natural, diante das facilidades oferecidas pelos adversários. Agora, os sérvios são outra história (escola da Croácia, adversário da estreia). Sabem jogar e ainda tecnicamente estão num nível bom, mesmo ausentes do Mundial. Se o Brasil precisava de um teste forte foi o melhor no Morumbi. Agora é acertar nos treinamentos  e mostrar o futebol que todos estão esperando. Boa marcação, integração entre os setores, velocidade e presença de área para que os gols possam sair.

Tenho conversado com as pessoas, que apontam o Brasil como favorito, dizendo que não há uma outra Seleção capaz de levar o título. Mas os profissionais da bola estão cautelosos, dizendo que é preciso ver os primeiros jogos para uma conclusão. Quem me acompanha sabe perfeitamente que não estou em cima do murro. As dificuldades serão enormes e não vejo o Brasil como o primeiro, porque foi embora nossa qualidade e a pressão será muito forte para vencermos em casa.

A história nos mostra que nos títulos conquistados, o Brasil apresentava jogadores diferenciados para que as vitórias viessem naturalmente. Vejam bem: em 1958, na  Suécia, um grupo da melhor qualidade, liderado por Garrincha, Pelé, Didi, Nilton Santos, Gilmar e Zito. Pelé estava começando. Em 1962, no Chile, a base mantida e ainda Garrincha em um momento magistral. Ele nos deu o bicampeonato. No tri, de 1970, no México, um show completo. Um time de gênios. Em 94, nos Estados Unidos, vitória de Romário, que estava preparado para aquele momento e apresentou o futebol de gigante. Não é por acaso que muitos o apontam como o melhor de todos os tempos em sua posição no Futebol brasileiro. Em 2002, no Japão, outra safra maravilhosa, especialmente ofensiva, com Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho. E agora? Será que Neymar vai resolver? Vai sobrar uma bola, vejam bem, uma bola para Fred resolver como hoje? Foi o primeiro aviso contra a Sérvia. Preparem.  Felipão avisou. Esta será a formação da estreia. Será um tormento. De saída, a ansiedade será o nosso maior adversário.  





O sal grosso decidiu



À
s sextas-feiras vou contar uma história do Futebol. Não existe sequer um dia sem que haja um fato pitoresco envolvendo os personagens da bola. Luiz Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira, abre esta série. Ele presente é sinal de que alguma coisa vai acontecer para mostrar o seu  lado bonachão e esperto. Que o diga seu assistente Murtosa.  Um espertalhão. Finge de bobo para aprontar uma das suas, mas está atendo a tudo, como que a bola para ele já não tenha tantos segredos. Em 2002, no Mineirão, dirigindo o Cruzeiro, ele obrigou Jefferson, hoje seu segundo goleiro na Seleção Brasileira, de permanecer em campo, num jogo contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro. No intervalo, no vestiário, chorando (o Cruzeiro perdia por 2 a 0), Jefferson disse que não voltaria para a segunda etapa. Felipão explodiu: “Vai voltar sim”, usando o tom de voz nada dócil. O goleiro teve de continuar e o Cruzeiro perdeu por 4 a 1. Tem ainda a história da barata. Este super homem tem pavor do inseto. Por pouco, um dia não comandou o time porque arranjaram uma para ele no vestiário. Ameaçou não entrar no local para a preleção final. De pavor chorou como um menino pirracento que pede seu brinquedo predileto e o pai diz não.

Mas vamos para a história do Sal Grosso. Foi em 2000, semifinais da Copa João Havelange, no Estádio de São Januário, no Rio. O esperto Eurico Miranda, então presidente do Vasco, sabia armar das suas. E aprontou. O Vasco deixou o vestiário do Cruzeiro sem luz, sem água e com creolina, um desinfetante muito forte anti bactencida usado para espantar isentos e locais fedidos. O líquido estava espalhado em todo vestiário, provocando um cheiro insuportável. Era impossível ficar lá dentro, também com um calor de 35 graus. Dois dias antes, Felipão, porém preparou a sua para o Vasco. Comprou três quilos de sal grosso em Belo Horizonte e levou para o Rio, como o produto mais importante de sua bagagem. Enquanto os vascaínos estavam preocupados com a reação celeste pelo que fizeram no vestiário, o técnico chamou o massagista Tita e lhe pediu que jogasse o sal em um dos gols. Felipão sabia que o goleiro Helton, do Vasco, hoje do Porto, de Portugal, tem pavor de algo branco, como trigo ou sal. Tita fez o serviço de acordo. No primeiro tempo, o Cruzeiro usou o gol e para Fabiano, goleiro celeste, aquilo era indiferente. Jogou sem qualquer problema, mas quando Helton voltou para a segunda etapa e entrou no gol, foi um Deus nos acuda. O goleiro ficou desesperado, tentando tirar o sal do gol. Perdeu a tranquilidade para jogar. Tanto que o Cruzeiro que perdia, conseguiu empatar por 2 a 2, gol de Alex Mineiro nos instantes finais ( o outro foi de Fábio Júnior). Só que no Mineirão, sem o sal grosso, o Cruzeiro perdeu por 3 a 1 e o Vasco garantiu presença na finalíssima, contra o São Caetano.







quinta-feira, 5 de junho de 2014

R-10, últimos dias no Galo?


Quando o Atlético saiu da Copa Libertadores, a informação era de que seria feita uma reforma no grupo de atletas, o que é mais do que natural, e Ronaldinho Gaúcho estaria fora dos planos. Alguns dias depois, quando o jogador ficou 10 dias recuperando-se do estiramento que sofreu no empate por 1 a 1 contra o Atlético Nacional, de Medellin,  no Independência, resultado que colocou fim a um sonho, o movimento ficou ainda mais forte para sua saída. O craque não aproveitou o período de recuperação e foi novamente vetado para enfrentar o Fluminense, no Ipatingão  (vitória por 2 a 0). A boca pequena comentava-se que após a excursão a China, dificilmente ele permanece. Levir Culpi está armando o time sem contar com seu futebol.

O Atlético tem de agradecer eternamente a Ronaldinho Gaúcho por tudo que ele fez. Nem é preciso relembrar os fatos e alegrias, mas o craque também tem de agradecer a chance que foi lhe dada pelo Galo. Afinal, ele estava desmoralizado no Flamengo e aqui , por alguns momentos (foram 83 jogos), recuperou o status de mágico da bola. Ele fez uma justa homenagem àquele que lhe deu o direito novamente de amar, ao postar em seu Twitter: “Te amo”, após completar dois anos com a camisa alvi-negra.  Nos últimos dias está tendo a oportunidade de recuperar a forma física e naturalmente dar o show que tem capacidade. Assim, continuará sendo 100% Galo. Agora, como Emanuel Carneiro afirmou, o calendário de 2014 ainda não chegou para ele. Foram apenas 13 jogos.  E o Atlético não quer apenas mais um na Cidade do Galo. Quer  Ronaldinho Gaúcho comprometido, 100% bola, talento e arte, privilégios lhe dados por Deus.

Seleção Brasileira

Agora faltam seis dias para a estreia da Seleção Brasileira no Mundial, diante da Croácia, em São Paulo. Amanhã será o último teste, diante da Sérvia, no Morumbi, em São Paulo, onde encontrará outro cenário em relação aos 4 a 0 sobre o Panamá, em Goiânia. Lá o clima foi todo de festa, com o torcedor de coração aberto. Agora, em São Paulo, o torcedor é muito mais exigente e, ainda, sabemos que tecnicamente a Sérvia é superior aos panamenhos. Com certeza o grau de dificuldade será maior e o Brasil terá de produzir para se impor, vencer, ganhar aplausos e não vaias.

A Comissão Técnica fez o certo, ao chamar o Panamá como teste, já que o adversário está acostumado a enfrentar o México, nosso segundo adversário na primeira fase e, ainda, a Sérvia, que detém a mesma escola técnica dos croatas. Só não enfrentamos, nesta reta final de preparação, um time africano para sabermos nos detalhes como estamos para enfrentarmos Camarões. O último teste contra africanos foi nos 5 a 0 sobre a África do Sul, há três meses.





terça-feira, 3 de junho de 2014

Brasil, 4 a 0. Faz parte do show

Foto: CBF

No primeiro teste antes do Mundial, hoje, no Serra Dourada, em Goiânia, o Brasil até que deixou uma boa impressão. Apesar de os jogadores estarem cansados, depois de uma exaustiva temporada na Europa e de uma semana de treinamentos, mostraram que individualmente podem fazer a diferença, especialmente Neymar, nosso maior talento e esperança. Mas para criar um clima bem positivo, o de Copa do Mundo, como vem pregando Felipão, o Brasil trouxe para compor o figurino o inexpressivo Panamá e goleou por 4 a 0. Um passeio. Na sexta-feira (6/6) será a vez da Sérvia, que deve exigir um pouco mais. No Morumbi, os torcedores paulistas farão mais cobranças.

Para os panamenhos, o importante foi o que fizeram nos primeiros 20 minutos, com um toque de bola surpreendente. Depois que abriu a porteira não houve como resistir. Para eles, um momento histórico. Para o Brasil, apenas um teste para embalar nossa torcida, que gostou e aplaudiu.

Mas o Futebol é isso, especialmente véspera dos Mundiais. Algumas seleções deixam boas impressões. Outras nem tanto, como a Alemanha diante de Camarões, mas o objetivo todos sabem. Está cravado para a partir de 12 de junho. Para o Brasil ficou a lição de que não pode começar com tanta lentidão. Tem de encarar mesmo, para não dar chance para adversários, teoricamente mais fracos, gostarem do jogo, ganhar confiança e complicar. Para todos os rivais do Brasil no Mundial, caso consigam a façanha de derrotar a nossa Seleção, será um marco histórico, especialmente para aqueles que supostamente não estão disputando o título. Participam para aprender. Melhor, ganhar experiência. No Mundial, há espaços também para os aprendizes. Esperem. Há Seleções, como os Estados Unidos, que há 20 anos estão tentando subir. Os mexicanos também e já deram alguns apertos no Brasil.





segunda-feira, 2 de junho de 2014

Brasileirão - Belo desempenho da Raposa



O Cruzeiro não tomou conhecimento do Flamengo e venceu por 3 a 0, mostrando porque está na lista dos que vão disputar o título do Campeonato Brasileiro. Quando se coloca três pontos de vantagem sobre o segundo colocado, com nove rodadas disputadas, o time mostra exatamente o que pretende. Tem de aproveitar agora a folga e, principalmente, a viagem aos Estados Unidos para fazer os ajustes necessários e voltar com o melhor de seu futebol. No ano passado este foi um dos segredos celestes na conquista do título. O Cruzeiro vai somando vitórias (agora são seis) e ainda dizem que Marcelo de Oliveira erra muito. Há momentos em que as ações não dão certo, mas na maioria das vezes há o acerto. Seu crédito é altíssimo.

Golpe no final

O Atlético Mineiro teve um  desempenho normal, pelo que está jogando este ano, ao ser derrotado pelo São Paulo por 2 a 1, sábado (31/5), em São Paulo. Defensivamente, mesmo com o setor ainda sendo ajustado e com falhas, soube marcar e apenas no final levou o gol da derrota na falha do goleiro Giovanni, após cobrança de falta. Não estava concentrado como exige e a bola, sem tanta violência, passou. Não há outra explicação. Já o gol do Galo foi numa jogada bem trabalhada, o que demonstra que o time sabe jogar sem um atacante fixo. André pode mais uma vez estar perdendo o espaço. Como Guilherme demonstra que está próximo de uma forma física ideal já é uma necessidade começar como titular, principalmente agora que haverá o tempo necessário para colocar todos em plenas condições físicas e técnicas. Foi embora Fernandinho, Jô  está vendido e há mais gente indo embora.  

Estilo Felipão

Ao completar a primeira semana de treinamentos, o técnico Luiz Felipe Scolari colocou a principal marca de seu trabalho em ação: broncas. Fechou o semblante e falou que não está satisfeito. Garantiu que poderá fazer mudanças dentro da proposta inicial de seguir com a base da Copa das Confederações. Os titulares fizeram 3 a 0 inicialmente no coletivo e depois levaram dois gols dos reservas, o que irritou Felipão. Mas, na verdade, todos sabem que ele não fará nenhuma alteração. Apenas força o grupo para produzir mais, porque ali ninguém está se preparando para um jogo qualquer. Será para um Mundial e o compromisso tem de estar acima de tudo que a maioria fez até hoje no Futebol. O comandante tem de saber dar a motivação necessária não apenas nas palavras.