Duas vezes campeão da Libertadores, Edgardo Bauza agora no comando do São Paulo
Claro que o torcedor atleticano queria muito mais, a partir
de 2012, quando o Galo começou a construir a parte mais bonita de sua história.
Foi duas vezes vice-campeão brasileiro, campeão da Copa do Brasil e da
Libertadores. Ganhou uma Recopa Sul-Americana e somou pontos que lhe deram uma
posição de destaque na composição dos Grupos para a disputa da Copa
Libertadores 2016. Entrou como cabeça de chave, privilégio também do
Corinthians. O mesmo não se pode aplicar hoje para São Paulo e Grêmio, mesmo com
títulos mundiais. O retrospecto recente aponta ambos longe das grandes
conquistas. O São Paulo terá de disputar a pré-Libertadores, etapa que o
Atlético jamais esteve presente, enquanto o Grêmio caiu no Grupo da morte,
porque qualquer um dos quatro participantes (os outros são San Lorenzo, LDU e
Toluca) poderá chegar às oitavas de final. Um drama. Também em 2013, o Galo
entrou num Grupo complicado, que tinha o São Paulo como franco favorito e para
a segunda vaga, o Arsenal, da Argentina. Foi gigante. Tinha time. Tanto que
conquistou o título. E sejamos justos. Hoje nenhuma equipe brasileira pode ser
apontada como candidata real ao posto máximo. Nem os outros tradicionais concorrentes de
outros países, campeões como Boca, River, Peñarol etc. Libertadores é indigesta.
Uma vitrine. Levará a glória quem apresentar o espírito competitivo em todas as
iniciativas dentro de campo. Autênticos guerreiros.
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